Naturopatia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Considerando a 'Naturopatia' como um modo ou estilo de vida, que emprega diversos meios naturais para cuidar e prevenir disfunções e desequilíbrios orgânicos e/ou emocionais, precisamos contemplar três questões básicas:
-
ELIMINAÇÃO DE HÁBITOS NOCIVOS, tais como: alimentação excessiva e/ou inadequada, vida desregrada, sono insatisfatório, uso excessivo de bebidas alcoólicas, refrigerantes e outras bebidas artificiais, tabagismo, drogas e substâncias tóxicas.
-
HÁBITOS CORRECTIVOS, destacando-se: reeducação respiratória, exercícios físicos, melhoria da atitude mental e moderação e equilíbrio nas actividades diárias em geral.
-
MUDANÇA DE PARADIGMAS, tais como: selecção de alimentos sólidos e líquidos, jejuns, estilo de vida mais comedido, prática de actividades físicas e recreativas com regularidade, lazer regular e o mais próximo à natureza possível, hidroterapia, saunas, cromoterapia, musicoterapia, fitoterapia, massoterapia, sonoterapia, psicoterapia, terapia floral, trofoterapia (terapia alimentar), meditações etc.
TRÍADE DA SAÚDE PERFEITA:
ABORDAGENS TERAPÊUTICAS:
São inúmeras as abordagens, técnicas e/ou modalidades terapêuticas que o Naturopata utiliza no seu quotidiano profissional, dependendo de cada cliente e de cada situação. Considerando a singularidade de cada ser humano, o Naturopata, muitas vezes, utiliza duas terapias diferentes, mas com as mesmas finalidades, em pessoas distintas.
Cada ser humano é único e merece um atendimento específico. Num enfoque holístico, precisamos sempre ter como referencial o todo, ou seja, partir da sua integridade, sem fraccioná-lo ou segmentá-lo. Se, ao contrário, optarmos por uma visão cartesiana, não poderemos atender satisfatoriamente o nosso cliente, já que é um ser multifacetado e pluridimensional.
Como nos preocuparmos apenas com seu lado emocional, se também se encontra em desequilíbrio físico? Ou atendemos de maneira globalizada e holística o nosso cliente ou não conseguiremos ajudá-lo a sentir-se melhor!
Temos inúmeras abordagens terapêuticas, incluindo: aconselhamento, arteterapia, educação em saúde, higiene e alimentação, musicoterapia, hidroterapia, fitoterapia, cromoterapia, oligoterapia, terapia floral, geoterapia e várias outras. Cada caso e cada situação possuem uma abordagem mais adequada e indicada. Logo, conhecimento e bom-senso são fundamentais para que se faça um bom trabalho em Naturopatia.
Em uma consulta de Naturopatia é feita uma detalhada e minuciosa entrevista, que será indispensável para se conhecer bem a pessoa, nos seus diferentes aspectos. Considerando a Naturopatia como uma abordagem abrangente e holística, cada traço e detalhe do cliente possuem vital importância para o terapeuta na avaliação do cliente a ser atendido.
|
A palavra Geoterapia vem do grego, onde:
Geo = Terra
Terapia = Tratamento/Prevenção
A Geoterapia é uma forma terapêutica de manter o corpo saudável, prevenir doenças e ser um auxílio complementar em tratamentos com a utilização da terra ou argila.
Propriedades da Argila
A argila está carregada de energia, isto é, contém um manancial espontâneo de eletricidade, que se mantém constantemente a uma temperatura superior à temperatura ambiente. Esta ajuda a dar alívio nas enfermidades e equilíbrio energético.
Além disso, a argila é absorvente e dissolvente das matérias mórbidas, e estas suas qualidades são as que se utilizam nas enfermidades de caráter supurativo, como nas úlceras. Também possui propriedades anti-sépticas, microbicidas, antiflogísticas (combate às inflamações e as febres), refrescantes e eliminadoras.
Como a Terra Cura
- Em contato com o corpo doente, a terra produz certas alterações que promovem a cura. Conheça os principais efeitos obtidos com a utilização desse tipo de terapêutica:
- Troca de energia com a área afetada
- Ação vitalizante
- Ação anti-radiativa
- O grande mérito da argila é fortalecer as defesas do corpo
Como age a Geoterapia
Derramados sobre a pele da região que se pretende curar, os minerais da argila são absorvidos e passam a atuar em várias frentes, regenerando as células, agindo como antiinflamatórios e estimulando a drenagem linfática.
O poder de absorção da argila é capaz de retirar do interior de um organismo a febre interna. Isso é demonstrado com uma simples aplicação, depois de alguns minutos a argila fica mais quente na região onde há esse calor interno. No corpo humano a argila absorve tudo o que é mau.
- Retenção de água: absorve a água por capilaridade, útil para absorver as secreções.
- Retenção de calor: boa condutividade calórica, a argila distribui ou retira o excesso de calor interno, age também como isolante e esfria com muita rapidez no caso de uma inflamação.
- Retenção de gazes: acumula gazes, vapores e odores, tem uma boa ação nos gases tóxicos armazenados no intestino. Algumas compressas retiradas possuem odor forte devido a essa absorção.
- Estado coloidal e absorção: promove a troca de partículas através da superfície, gerando a absorção, processo intermediário para a absorção. Absorve as toxinas e outras secreções de feridas ou úlceras da pele e mucosas inflamadas, e do sistema gástrico e digestório em geral.
|
|
|
As aplicações
O emprego da terra, a título curativo, é como qualquer outro meio natural, muito simples. A argila pode ser aplicada diretamente no corpo do paciente, na parte onde se apresenta disfunção, através de cataplasma, compressas, emplastros, ligaduras, banhos..., com a argila fria ou quente conforme a enfermidade. Pode ser aplicado no corpo todo ou somente em partes específicas. Pode-se também usá-la internamente através de cápsulas, gargarejos ou misturada à água.
|
|
“A energia da terra a serviço da vida"
A TERRA, assim como a água, o sol e o ar donde se captam os princípios vitais constitui o agente mais poderoso de regeneração física.
Dessa forma a Geoterapia é uma terapia natural que se utiliza das propriedades medicinais da terra, gerando assim um equilíbrio corporal restabelecendo e recuperando a saúde.
A geoterapia pode ser usada tanto de modo preventivo como auxiliar no tratamento de doenças.
É da terra que retiramos nosso alimento, nossa água, nossa energia vital.
|
|
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Do grego - Tratamento (therapeia) Vegetal (Phyton), ou ainda "A terapêutica das doenças através das plantas". A fitoterapia, apesar de ser erroneamente considerada por muitos como uma terapia alternativa, não é uma especialidade médica e faz parte do arsenal terapêutico habitualmente utilizado.
Fitoterapia é o estudo das plantas medicinais e suas aplicações na cura das doenças. Ela surgiu independentemente na maioria dos povos. Na China, surgiu por volta de 3000 a.C. quando o imperador Cho-Chin-Kei descreveu as propriedades do Ginseng e da Cânfora.
Vantagens e riscos
Há uma grande quantidade de plantas medicinais, em todas as partes do mundo, utilizadas há milhares de anos para o tratamento de doenças, através de mecanismos na maioria das vezes desconhecidos. O estudo desses mecanismos e o isolamento do princípio ativo (a substância ou conjunto delas que é responsável pelos efeitos terapêuticos) da planta é uma das principais prioridades da farmacologia.
Enquanto o princípio ativo não é isolado, as plantas medicinais são utilizadas de forma caseira, principalmente através de chás, ultradiluições, ou de forma industrializada, com extrato homogêneo da planta.
Ao contrário da crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco. Além do princípio ativo terapêutico, a mesma planta pode conter outras substâncias tóxicas, a grande quantidade de substâncias diferentes pode induzir a reação alérgica, pode haver contaminação por agrotóxicos ou por metais pesados e interação com outras medicações, levando a danos à saúde e até predisposição para o câncer.
Além disso, todo princípio ativo terapêutico é benéfico dentro de um intervalo de quantidade - abaixo dessa quantidade, é inócuo e acima disso passa a ser tóxico. A variação de concentração do princípio ativo em chás pode ser muito grande, tornando praticamente impossível atingir a faixa terapêutica com segurança em algumas plantas aonde essa faixa é mais estreita. Na forma industrializada, o risco de contaminações pode ser reduzida através do controle de qualidade da matéria prima, mas mesmo assim a variação na concentração do princípio ativo em cápsulas pode variar até em 100%. Nas ultradiluições, como na homeopatia, aonde não há virtualmente o princípio ativo na apresentação final, não há nenhum desses riscos anteriores, mas a eficácia desse tratamento não foi comprovada cientificamente.
À medida em que os princípios ativos, são descobertos, os mesmos são isolados, refinados de modo a eliminar agentes tóxicos e contaminações e as doses terapêutica e tóxica são bem estabelecidas, de modo a determinar de forma precisa a faixa terapêutica e as interações desse fármaco com os demais.
No entanto, o isolamento e refino de princípios ativos também não é isento de riscos. Primeiro porque pretende substituir o conhecimento popular tradicional e livre, testado há milênios, por resultados provindos de algumas pesquisas analítico-científicas que muitas vezes são antagônicas. Segundo, porque a simples idéia de extrair princípios ativos despreza os muitos outros elementos existentes na planta que, em estado natural, mantêm suas exatas proporções. Assim sendo, o uso de fitoterápicos de laboratório poderia introduzir novos efeitos colaterais ou adversos inesperados, devidos à ausência de [sinergia|sinergismo] ou antagonismo parcial entre mais de um princípio ativo que apenas seriam encontrados na planta.
Exemplos de plantas medicinais
|
|
|
CromoterapiaOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Cromoterapia é a prática da utilização das cores na cura de doenças. Vem sendo utilizada pelo homem desde as antigas civilizações — como Egito antigo, Índia, Grécia e China — com o objetivo de harmonizar o corpo, atuando do nível físico aos mais sutis. Para Hipócrates, saúde e doença dependem da harmonia entre meio ambiente, corpo e mente.
Os adeptos da cromoterapia entendem que cada cor possui uma vibração específica e uma capacidade terapêutica. Isaac Newton no século XVII conseguiu descobrir as cores do arco-íris friccionando um prisma. O cientista alemão Johann Wolfgang von Goethe, no século XVIII, pesquisou durante cerca de 40 anos as cores e descobriu que o vermelho tem propriedade estimulante no organismo, o azul acalma, o amarelo provoca sensações de alegria, e o verde é repousante. Esses efeitos são mais ou menos intensos, dependendo da tonalidade usada.
Atualmente
A cromoterapia do século XXI utiliza-se de tecnologia, e é baseada nas sete cores do espectro solar. Um pequeno bastão do tamanho de um lápis e com uma lâmpada de 25 watts é utilizado no tratamento. Ele é colocado a 5 centímetros da pele, e ali permanece por aproximadamente 3 minutos.
A cromoterapia consta da relação das principais terapias alternativas ou complementares reconhecidas pela OMS em 1976, de acordo com a Conferência Internacional de Atendimentos Primários em Saúde de 1962, em Alma-Ata, no Cazaquistão.
Não é reconhecida pela comunidade científica. Não existem evidências sérias, fundamentadas em testes duplo-cego. Também não existem publicações científicas em revistas de alto impacto. Seus defensores costumam recorrer a evidência anedótica, que também pode ser explicada pelo efeito placebo.
|
|
|
|
|
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Auriculoterapia é uma forma de reflexoterapia que concentra sua ação na orelha.
A Auriculoterapia é uma técnica de diagnóstico e tratamento baseada no pavilhão auricular. Aurículo (orelha) + terapia (tratamento), ou seja, um tratamento através da orelha. O têrmo se refere a uma modalidade de reflexoterapia, não deve ser confundido com a Auriculopuntura, especialidade da acupuntura.
No Brasil há diversos terapeutas que empregam ambas as técnicas.
História da Auriculoterapia
A auriculoterapia têm, desde tempos remotos, relatos de seu uso em vários casos. Hipócrates, considerado o pai da medicina, em seu livro “Geração” relata curas de impotência sexual com pequenas sangrias na orelha. Ao longo dos séculos, encontram-se documentos que relatam de tratamentos semelhantes para diversas doenças.
Em 1637, o médico português Zacutus Lusitanus descreve a utilidade de cauterizações auriculares no tratamento da nevralgia ciática. Valsalva, em 1717, descreve precisamente a região do pavilhão auricular que estava queimando quando o paciente sofria de fortes dores de dente, esta descrição está em seu livro “De Aura Humana Tratadus”. De 1850 a 1857 surgem muitas publicações sobre a eficácia desse método no tratamento da nevralgia ciática.
“A favor dessa prática produz-se um verdadeiro entusiasmo, na verdade bastante efêmero, já que não se podia dar-lhe nenhuma base científica” (PAUL NOGIER, 1998).
Em meados de 1950 médicos franceses da região de Lyon começaram a receber pacientes com cauterizações no pavilhão auricular. Os pacientes diziam-se aliviados de nevralgia ciática graças à cauterização.
Um desses médicos era Paul Nogier, intrigado, começou a fazer em casos análogos, a mesma cauterização que parecia tão eficaz. Seus resultados foram surpreendentes tamanha a sedação, que era quase imediata. O Dr. Nogier questionou-se se o pavilhão auricular poderia estar relacionado com outras partes do organismo, mas seus resultados foram infrutosos por muito tempo.
Estudando as nevralgias ciáticas, Nogier constatou que um bloqueio da quinta vértebra lombar é causadora freqüente dessa patologia. Então ele supôs que a quinta vértebra lombar correspondia ao local da cauterização no pavilhão. Posteriormente, concluiu que o restante da coluna ficava na continuação da anti-hélice.
Paul Nogier provou seu método partindo da coluna vertebral tratando dores em diversos locais do corpo através do estímulo de pontos distintos da orelha, provando que a eficácia do método se confirmava de modo geral.
Ele nomeou esse método de Auriculoterapia.
|
|
|
A técnica desenvolvida por Paul Nogier
Segundo esta terapia, existe a relação (reflexo) entre regiões determinadas da orelha e órgãos, funções ou regiões do corpo. No caso de um problema em um órgão, como por exemplo o pulmão, uma região específica da orelha (pavilhão auricular) será afetada. Assim, um estímulo nesta região auricular também refletirá no órgão, neste caso, os pulmões.
Foram encontradas referencias a auriculoterapia em pinturas egípcias e em textos gregos, mas foi por volta de 1950, que francês Paul Nogier iniciou suas pesquisas nesta área.
Esta técnica se associa à reflexoterapia, a técnica desenvolvida por Nogier não deve ser confundida com o tratamento de acupuntura focada na orelha, que também costuma ser traduzida como auriculoterapia em português.
Na auriculoterapia desenvolvida a partir das pesquisas de Nogier o estímulo é feito através de laser ou eletricidade. Não são utilizadas agulhas ou pontos fixos de estímulo.
|
|
|
|
|
|
MoxabustãoOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Aplicação de Moxa, ilustração de origem japonesa
De história milenar, originária do norte da China, moxabustão - 灸 - jiŭ (pinyin) significa, literalmente, "longo tempo de aplicação do fogo", uma espécie de acupuntura térmica, feita pela combustão da erva Artemisia sinensis e Artemisia vulgaris.
É uma técnica terapêutica da Medicina Tradicional Chinesa. Baseia-se nos mesmos princípios e conhecimento dos meridianos de energia trabalhados na acupuntura, sendo amplamente utilizada nos sistemas de medicina tradicional da China, Japão, Coréia, Vietnam, Tibete, e Mongólia. Acredita-se que seja anterior à acupuntura.
A moxabustão trata e previne doenças através da aplicação de calor em pontos e/ou certos regiões do corpo humano.
Terminologia
Artemísia Sinesis e Vulgaris
A palavra "moxa" vem do Japonês mogusa (艾) (ou não é pronunciado com força). Yomogi (蓬) é outra palavra que designa esta técnica no Japão.
Em chinês é utilizado o mesmo ideograma (艾), que em chinês se pronuncia ài. Também é utilizado o têrmo àiróng (艾絨), que significa "veludo de ài".
O ideograma chinês para moxabustão compõe metade da palavra chinesa zhēnjiǔ, ou japonesa "shinkyu" (針灸), que é geralmente traduzida como "acupuntura" no ocidente.
O preparo da erva
As folhas da Artemísia são lavadas, secadas, trituradas e peneiradas, até transformarem-se em uma massa uniforme, semelhante a uma lã vegetal - a moxa. Após preparada, a moxa pode ser moldada de diversas formas para sua utilização: as mais usuais são bastão e cone.
Propriedades terapêuticas
A combustão da Artemísia tem a propriedade de aquecer profundamente. A aplicação do calor produzido pela moxa nos pontos ou meridianos de acupuntura, remove bloqueios de energia que obstruem o seu fluxo pelos meridianos, eliminando a umidade e o frio que promovem disfunções no organismo.
O efeito do calor ou radiação infravermelha se soma a energia yang do corpo potencializando esse aspecto (yang) da energia (chi) podendo inclusive ser conduzido até o seu extremo ou seja a transformação no aspecto oposto da energia (yin). O calor de um dia quente pode ser amenizado com xícara de chá.
Na patologia chinesa as doenças reumáticas são classificadas como doenças do frio, da tristeza e da umidade. O frio patogênico tem características Yin e consome o Qi (Chi) Yang. Predomina no inverno assim como as doenças do frio. Pode ser causado por contração e estagnação ou por exposição ao frio após transpirar, ou seer apanhado pelo vento e chuva.
A depleção do Yang pode ser percebida por membros frios; palidez, diarréia com fragmentos de alimentos não digeridos nas fezes; urína límpida e abundante.
A Umidade predomina no final do verão, época de chuvas, torna-se susceptível aos seus efeitos patogênicos com o uso de roupas molhadas e/ou residência em locais úmidos, ou mesmo contatos frequentes (ocupacionais) com a água. Se caracteriza por indolência e estagnação além de sintomas como tontura, cansaço, opressão no peito e epigástrio, náusea, vômitos, viscosidade e sabor adocicados na bôca. Doenças de pele, abcessos, úlceras gotosas, leucorréia de fluxo abundante são manifestações de seu poder patogênico. Como foi dito, pode se combinar com o frio ou calor.
No ocidente os efeitos da temperatura no corpo humano forma bastante estudados durante o final do século XIX e início do século XX consolidando-se no que é conhecido como hidroterapia ou termalismo. Atualmente o tratamento com aplicação de calor é administrado (geralmente com lâmpadas infra vermelhas) por fisioterapeutas, embora ainda se utilize saunas de vapor e banhos quentes. O Ofurô apesar de amplamente utilizado no Japão não integra o elenco das práticas médicas tradicionais da Ásia.
Apesar da concepção de saúde-doença e tratamento da moxabustuão e acupuntura serem essencialmente semelhantes, não se aplica a moxabustão em todos os pontos de acupuntura. Kikuchi, em sua prática e seu livro sobre o tema, selecionou 78 pontos (tsubo em japonês)com indicação clínica e resultados empíricos de eficácia.
Do ponto de vista ocidental, os efeitos da aplicação de calor são as alterações no comportamento metabólico/celular (elevação), circulatório (vaso-dilatação), na função nervosa (relaxamento muscular e sedação) Observe-se que do ponto de vista da fisiologia chinesa a energia yang corresponde à tonificação (aumento da taxa metabólica) e a diminuição da rigidez e espasmo favorecem ao movimento e atividade.
Aplicação
Aplicação simultânea de Moxa e Acupuntura
Aceso, o bastão funciona como um charuto que deve ser aproximado do ponto ao qual se deseja acrescentar energia.
O calor do bastão de moxa pode ser conduzido através da agulha de acupuntura, por aproximação da pele, ou mesmo queimando a erva diretamente sobre pele (neste caso pode causar pequenas marcas de queimadura).
A técnica pode ser utilizada sozinha ou associada às práticas de acupuntura tradicional e ventosaterapia.
Bibliografia
Kikuchi, Tomio. Moxabustão, filosofia da medicina oriental, tratamento aplicado. SP, Musso publicações, 1982
Livro dos 4 Institutos – Escola de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing; Escola de Medicina Tradicional Chinesa de Shanghai; Escola de Medicina Tradicional Chinesa de Nanjig; Academia de Medicina Tradicional Chinesa. Fundamentos essenciais da acupuntura chinesa. SP, Ed. Ícone, 1995
Mao-Liang, Qiu (Org). Acupuntura chinesa e moxabustão. SP, roca, 2001 |
|

|

|
|
|
|
|
|
|
|
|
Gilson Giombeli
Nome científico: Maytenus ilicifolia
Nome popular: espinheira santa, cancerosa-de-sete-espinhos, cancrosa, contorça, maiteno, salva-vidas, sombra-de-touro, erva-santa.
Sin. Maytenus angustior, Maytenus muelleri, Maytenus hassleri, Maytenus spinifolium
Família: Celastraceae
Parte usada: folhas
Origem: sul e sudeste do Brasil
Princípios ativos: taninos, flavonóides, mucilagens, terpenos (maitensina, maitomprina, maitambutina, e maitolidiana) e sais de ferro, enxofre, sódio e cálcio.
Ação da espinheira santa:
Possui uma propriedade tonificante (por reintegração das funções estomacais);
Potente ação anti-úlcera gástrica (tanino);
Cicatrizante de lesão ulcerosa;
Potente ação sobre fermentações gastrintestinais (devido à ação anti-séptica);
Age sobre o fígado (devido às perturbações intestinais);
Acalma as gastralgias (devido ao estímulo e correção das funções).
Indicações:
Tonificante, anti-úlcera, carminativa, cicatrizante, anti-séptica, levemente diurética e laxativa.
Espinheira santa e pesquisas:
1922 - Aluízio Franca (professor da faculdade de Medicina do Paraná) relatou o sucesso obtido no tratamento da úlcera gástrica.
1991 - em estudo farmacológico foi demonstrado a sua potente ação anti-ulcerogênica. Neste estudo foi comparada com a ranitidina e cimetidina. O simples chá foi tanto eficiente quanto as duas principais drogas.
Obs. Nos EUA vem sendo usada como anti-úlcera, para recomposição da flora intestinal e inibição de bactérias patogênicas.
Formas de uso:
É indicado o chá antes das refeições.
O professor Sylvio Panizza, na obra: Plantas que Curam (Cheiro de Mato) de 1998; 3a- edição. Ibrasa, São Paulo. Pág. 280, ensina o preparo da seguinte forma:
1 colher (sobremesa) de folhas picadas, para uma xícara (chá) de água fervente, antes das refeições.
Cuidados/contra-indicações:
Não usar na gravidez, lactação e pessoas com hipersensibilidade.
Tempo de administração:
o tempo que se fizer necessário
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BERTOLUCCI, S. K. V.; CAPPELLE E. R.; PINHEIRO R. C., Manipulação de Fitoterápicos; Lavras: UFLA/FAEPE, 2001.
DRECHER, L. Herbanário da Terra – Plantas e Receitas. Ed. Arpa, Laranja Da Terra – ES. p. 64; 2001
LORENZI, H.: Árvores Brasileiras – Manual de Identificação e Cultivo de Plantas e Árvores Nativas do Brasil. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, Vol I – 4ª. edição. p. 131. 2002
LORENZI, H.; Matos, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil – Nativas e Exóticas. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, p. 220- 221; 2002
PANIZZA, S. Plantas que Curam – Cheiro de Mato. São Paulo: Ibrasa, 25ª. edição. p. 116 – 117, 239; 1997
TESKE, M.; TRENTINI, A. M. M. Herbarium – Compêndio de Fitoterapia, 4ª. edição, Curitiba – PR
|
|
|
|
Descrição
A anemia é caracterizada pela ausência de hemoglobina, um importante transportador de oxigênio no sangue. Existem vários tipos de anemias desde as nutricionais, hereditárias e por ausência de acido fólico. |
Tipos de Anemia
Não se engane: assim como diversas outras doenças, não há uma única forma de anemia.
Aplástica, falciforme, ferropriva, hemolítica, megaloblástica, sideroblástica e talassemia são os tipos mais conhecidos de anemia e dentre elas podemos destacar:
- Anemia perniciosa - é dada pela deficiência de vitamina B12(cianocobalamina) e ácido fólico(vitamina que forma proteínas estruturais e hemoglobina);
- Anemia falciforme - é constituída por uma deformação das hemácias, que as impede de reter corretamente o oxigêncio que deveria ser transportado;
- Talassemia - é uma desordem no sangue que causa anemia leve ou severa;
- Anemia ferropênica (ou ferropriva) - causada pela ausência ou deficiência de ferro. É o tipo de anemia mais comum;
O Ferro e a Anemia Ferropênica
Por se tratar da deficiência de ferro a causa mais comum de anemia, falaremos agora um pouco sobre o papel deste em nosso organismo.
O ferro é responsável pela formação da molécula de hemoglobina que auxilia o transporte de oxigênio na corrente sangüínea. A baixa ingestão de alimentos variados e ricos em ferro é um fator que pode vim a desencadear essa anomalia. O ferro que contém os alimentos de origem animal é melhor absorvido pelo organismo quando comparado ao de origem vegetal.
Algumas etapas da vida como a infância, a adolescência e a gestação requerem um maior consumo de ferro, pois a necessidade desse mineral aumenta durante estas fases, tanto que é recomendada a utilização de suplemento de ferro durante a gestação para evitar que a gestante possa desenvolver um quadro de anemia por deficiência de ferro o que poderá dificultar o desenvolvimento fetal. Filhos de mães que apresentaram anemia durante a gravidez devem receber medicamentos e leite rico em ferro após o nascimento.
Desta forma, quando há falta ou redução na quantidade de ferro no organismo, a formação da hemoglobina é prejudicada, levando assim à anemia ferropênica.
Alimentos Ricos em Ferro
- Feijão;
- Carnes vermelhas;
- Fígado;
- Gema de ovo;
- Couve;
- Lentilha;
- Soja.
Algumas Recomendações
Os alimentos enriquecidos em cálcio dificultam a absorção de ferro pelo organismo já que ambos entram nas células pelo mesmo mecanismo de ação, enquanto que a vitamina C potencializa o poder de absorção do ferro daí a importância de ingerir alimentos ricos em vitamina C aliados aos ricos em ferro.
Receita Para Combater a Anemia
Receita de suco que contém importantes aliados no combate à anemia:
- 1 xícara da polpa(natural) do maracujá;
- 2 xícaras de couve cortada em tiras;
- 1 xícara de açúcar;
- 1 litro de água;
- ½ xícara da polpa(natural) do limão;
Bata os ingredientes no liquidificador, consuma o suco pelo menos uma vez por semana.
Obs: a mistura da couve, que contém ferro de origem vegetal, aliado ao limão, que é rico em vitamina C, é uma importante fonte de ferro.
Referências Bibliográficas
COPACABANA RUNNERS, Talassemia, disponível em http://www.copacabanarunners.net/talassemia.html
LINCX - SERVIÇOS DE SAÚDE, Anemia Ferropênica, disponível em http://www.lincx.com.br/lincx/saude_a_z/outras_doencas/anemia_ferropenica.asp
SAÚDE NA REDE, Ferro e Anemia, disponível em http://www.saudenarede.com.br/?p=av&id=Ferro_e_Anemia#618
|
|
|
CHLORELLA
O Alimento nutritivo do século 100% PURO
Para facilitar o uso como complemento alimentar, está em forma de pequenas pastilhas. Para a saúde a Família, tenha sempre CHLORELHA à sua disposição.
1. O que é Chlorella:
A Chlorella é uma alga verde unicelular cuja denominação deu-se pela justa posição das palavras CLOROS (verde) de origem grega e do diminutivo do latim (minúsculo), significando "micrófito verde".
A Chlorella surgiu há mais de 02 bilhões de anos e permaneceu silenciosa, ocultando hiper energia. É um ser vivo de forma esférica e tamanho diminuto, apenas 2 a 8 mícrons (1) mícron equivale à milésima parte do milímetro), de cor verde, providade 10 a 60 vezes mais clorofila que a folhagem de vegetal normal.
Este micrófito apresenta a seguinte composição: proteínas (amioácidos) vitaminas, sais minerais, clorofila, C.G.F., enfim, substâncias importantes e úteis ao organismo. Assim, comparando com os demais vegetais alimentícios, podemos dizer que é possuidor de teor nutritivo extraordinário, sendo denominado de "O Alimento Nutritivo do Século".
2. Cultivo da Clorela
A Clorela pertence à família das algas verdes de água doce. Sob a luz do sol e dependendo da água, dióxido de carbono e quantidade correta de nutrientes, a Clorela multiplica-se intensamente onde cada célula se divide formando quatro novas células numa velocidade muito grande, enquanto que as células tanto animais como vegetais faz sua mitose dividindo-se de dois em dois.
3. Substâncias nutritivas da Chlorella
Mais da metade das substâncias contidas na Chlorella são proteínas, principalmente os aminoácidos essenciais que na alimentação diária são poucos e que o nosso organismo tanto necessita. Entre outras substâncias nutritivas presentes na Chlorella está a clorofila (aproximadamente 15 vezes superior ao que se apresenta ao espinafre), vitamina E (20 vezes superior ao encontrado no leite), vitamina B (superior em 4,6 vezes ao arroz semi-beneficiado, arroz integral) isto é, com pericarpo e também, riquíssimo em vitaminas.
4. Basicidade da Chlorella
O polissacarídeo constate na membrana da Chlorella, que é encontrado também nos cogumelos, é considerado como manifestador efetivo para prevenir ou deter células cancerosas. A chlorella apresenta um fator denominado CGF (Chlorella Growth Factor) que é composto por um nucleotídeo S e péptide, cujas substâncias são determinantes na sua divisibilidade em 4 por vez.
O fortalecimento do organismo humano e a ativação da função celular é motivada pelo uso da Chlorella, devido a existência de substâncias que contribuem para eliminar a acidez sanguínea propiciando assim um bom funcionamento do corpo.
5. Efeito Clínico da Chlorella
a) Regula o intestino normalizando o movimento peristáltico, prevenindo doenças intestinais.
b) Previne queda de cabelo e rigidez no ombro.
c) Efeito contra acne crônica.
d) Efeito contra friagem persistente e tontura.
e) Efeito para crianças que tem predisposição à alergia e crescimento atrasado devido desordem glandular ou constituição anormal.
f) Efeito contra a asma.
g) Alivia cólica menstrual e a regula.
h) Retarda ou previne desordens devido a menopausa e é benéfico para idosos que sofrem com a freqüência na micção.
i) Efeito contra úlcera estomacal e duodenal.
j) Vinte pastilhas de CHLORELLA antes e após o consumo do álcool, evitará ressaca alcoólica.
k) Outros efeitos:
Como preventivo para hipertensão, arteriosclerose, hemorróida, leucopenia, diabete, manchas e sardas, anemia (principalmente na gestação). Funciona como preventivo na recuperação do esgotamento físico, gripe, hemorragia cerebral, infarto do miocárdio, esternalgia, intoxicação por cádmio, Doença de "Minamata" (intoxicação por mercúrio), ácido tônico (Parathion), detergente sintético, etc.
Além dos resultados clínicos já comprovados, à medida que avança na análise podemos apresentar outras vantagens, uma vez que a Chlorella alivia o organismo, desintoxicando-o.
6. A Chlorella como alimento preventivo:
Para que o organismo funcione bem devemos manter o sangue hipo alcalino. Caso contrário (sangue ácido), ficará sujeito ao enfraquecimento dos órgãos, contraindo facilmente as doenças. Os alimentos tais como: carne, ovos, arroz, pão, doces, etc… são na maioria, alimentos ácidos, e para compensar é necessário o uso de algas e bastante verduras.
Há ainda o fator meio ambiente, a poluição que está causando a formação de pessoas raquíticas ou de saúde abalada. Assim, a Chlorella servirá como alimento preventivo, já que nela agrega elevado índice de nutriente que manterá o sangue tipo alcalino (condição ideal) e desintoxicará o organismo.
Alimentando-se com Chlorella podemos conservar o organismo sadio, razão pela qual aconselhamos tanto às pessoas sadias (prevenção) como também na convalescência.
|
|
|
|
Chlorella 50 caps - Tiaraju
|
R$29,20
R$26,50 | | |
|  | | |